Troca de conhecimentos

Otimizar o tempo, melhorar a produção e ter mais lucro são alguns dos muitos sonhos dos produtores. E alternativas para possibilitar isso foram apresentadas durante o 2º Seminário de Mogno Africano, que aconteceu nos dias 11 e 12 de abril, em Pirapora, na região norte de Minas Gerais. O evento, que contou com a presença de aproximadamente 550 pessoas, tratou da espécie Khaya ivorensis, suas formas de plantio e vantagens.

2º Seminário Mogno Africano - Pirapora/ MG

2º Seminário Mogno Africano – Pirapora/ MG

Foram seis palestras que abordaram desde o cultivo até o mercado para a venda do mogno. Além disso, o seminário contou com uma visita guiada na Fazenda Atlântica, que mostrou todos os processos para o plantio e cuidados com o mogno africano, além de uma apresentação exclusiva da Banda Sinfônica Jovem de Pirapora para os participantes, realizada de dentro do barco Benjamin Guimarães, o único movido à lenha do mundo.

O evento contou com a presença do professor aposentado da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), Ítalo Falesi, que plantou as primeiras árvores de Khaya ivorensis no Brasil, e do produtor rural, Hiroshi Okajima, que iniciou o primeiro plantio comercial no país e despertou o interesse de outros produtores. O presidente da Associação dos Produtores de Mogno Africano (ABPMA), Ricardo Tavares, ressaltou que essa seria uma oportunidade para troca de experiências entre os produtores. “No evento tivemos a exposição de muitos móveis fabricados a partir do mogno. Muitas pessoas plantam, mas poucos já viram móveis feitos com essa madeira”, destaca.