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Mogno Africano é tema de projeto da ABPMA

Associação Brasileira de Produtores de Mogno Africano comanda o Projeto Mogno de Design, que busca familiarizar o público com essa madeira nobre

O Mogno africano é um tipo de madeira nobre com origem na costa ocidental africana. O cultivo da espécie vem ganhando popularidade no Brasil. Além disso, a beleza e raridade da madeira do mogno conferem um grande potencial de uso comercial, sendo assim utilizada em movelaria, construção naval e peças ornamentais.

E é no setor moveleiro que essa madeira recebe considerável atenção no momento, graças ao Projeto Mogno de Design, um dos principais temas da 13ª reunião da Associação Brasileira dos Produtores de Mogno Africano (ABPMA), entidade que comanda o projeto.

Segundo Patrícia Fonseca, diretora executiva da ABPMA, uma das metas ao dar início ao Projeto Mogno de Design era divulgar positivamente o mogno africano para todos aqueles que trabalham com madeira nobre, principalmente, o segmento moveleiro, que utilizaria o mogno africano para aproveitar toda sua beleza e se beneficiar de vantagens como rápido crescimento e fornecimento em larga escala. Considerada uma espécie exótica, que não é nacional, o mogno africano é livre para corte e também pode contribuir para a diminuição do desmatamento das florestas brasileiras.

Mogno Africano

Cadeira fabricada com o mogno africano

O Projeto Mogno de Design também visa estar perto de estudantes de Design, Decoração e Arquitetura, pessoas que, futuramente, indicarão o mogno africano para clientes. A ideia é futuramente abrir um concurso de Design com premiação para estudantes espalhados por todo o país.

Ao mesmo tempo, o projeto deve se dedicar a ações sociais em parques e ambientes onde o público possa conhecer e ter contato com a matéria-prima. “A apresentação de peças esculturais criadas pelos nossos designers parceiros fomentará nos potenciais consumidores, arquitetos, designers, marcenarias, indústrias, o desejo pelo mogno africano. Queremos que seja inserida no melhor nível de mercado que uma madeira nobre possa alcançar e que seja usada em larga por todos aqueles que trabalham com essa matéria prima”, revela Patrícia Fonseca.

Designers com experiência em trabalhos criativos com madeira e com projeção nacional e internacional são os mais propensos a serem convidados para participar do projeto. Mas, só talento não basta. “É fundamental que se encantem com o mogno africano para que possam usar toda a força de sua criatividade. Fornecemos a madeira sem custo algum e sem nenhuma exigência quanto ao objeto a ser criado”, conta Patrícia.

Até o momento, o Projeto Mogno de Design está sendo divulgado somente a nível nacional, porém, um dos passos mais importantes da ABPMA é atingir o mercado importador de madeiras do Brasil, o que deve fazer com que em breve um plano de divulgação internacional seja colocado em prática.

 

Mogno Africano

Mogno Africano é um tipo de madeira nobre que apresenta vantagens como rápido crescimento

Fonte:http://www.emobile.com.br/site/design-e-decoracao/mogno-africano-abpma/

PAUTA 13ª REUNIÃO DE ASSOCIADOS

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Programa de Atualização em Gestão Florestal

Programa de Atualização em Gestão Florestal

Conheça o cedro-australiano, cultivado para produção de madeira

Edição do dia 10/04/2016

 

Globo Rural visitou uma fazenda que trouxe as primeiras sementes.
Madeira de alta qualidade para setor moveleiro, construção civil.

Uma árvore que, aos poucos, ganha espaço pelos campos do Brasil. Esse é o cedro-australiano, cultivado para a produção de madeira. O Globo Rural visitou uma fazenda mineira que trouxe grande variedade de sementes para o Brasil e estuda a árvore junto com pesquisadores da Universidade Federal de Lavras.

Em Campo Belo, sul de Minas Gerais, a fazenda Bela Vista, de 200 hectares, conta com lavouras de café, eucalipto e, de uns anos pra cá, passou a investir também nesse tipo de árvore. O cedro-australiano começou a ser plantado em 2004 e hoje ocupa 70 hectares.

Ricardo Vilela, um dos donos da fazenda, explica o que atraiu na espécie. “É uma madeira de alta qualidade para o setor moveleiro, para o setor de construção civil, esquadrias. Por isso ela é destinada a fins nobres e tem um bom valor de mercado”. O dono da fazenda conta que além de plantar esse cedro pra madeira, a fazenda se tornou produtora de mudas e vem investindo também em pesquisas pra obter cultivares da espécie.

A árvore vem das matas da costa leste da Austrália, como explica o engenheiro florestal Sebastião Rosado. “O cedro-australiano tem o nome científico de toonus ciliata. Lá as árvores antigas podem ter um metro e meio de diâmetro e 45 metros de altura, são árvores monstruosas. Ela é da mesma família do mogno brasileiro e do cedro brasileiro. A Austrália quando colônia da Inglaterra, ela foi a fonte de matéria prima de madeira para a construção civil da Inglaterra. Então, ele foi explorado à exaustão, a ponto de entrar em processo de extinção.”

Hoje, na Austrália, o cedro é uma espécie protegida, encontrada principalmente em parques e áreas de pesquisa.

Por isso, para começar um cultivo comercial, a primeira dificuldade da fazenda foi conseguir sementes variadas. É o que conta o biólogo Eduardo Stehling. “Nós tivemos que buscar o material na origem. Fomos até a Austrália, procuramos a principal instituição de pesquisa do país. Nós tivemos que contatá-los e adquirir essas sementes, de diversos locais e de diversas famílias para formar a nossa base genética. A semente do cedro é uma semente alada, e as sementes voam, num processo de reprodução da planta.”

Chegando no Brasil as sementes passaram por quarentena, exigida por lei. E, só depois puderam ser plantadas. Após alguns meses, as mudas foram transferidas para o campo, pra formar as áreas de pesquisa. O objetivo era acompanhar o crescimento das plantas e, ao longo do tempo, identificar as mais produtivas.

No campo de teste da fazenda, ou campo de teste de progênie, agrônomos, engenheiros florestais e biólogos avaliaram todos os tipos de cedro que vieram da Austrália. As árvores foram avaliadas ao longo do tempo, a partir dos mesmos critérios.

Quem dirigiu a avaliação foi o engenheiro florestal Sebastião Rosado. Ele faz parte de uma equipe da Universidade Federal de Lavras que vem pesquisando o cedro-australiano em parceria com a fazenda. “A primeira avaliação é a sobrevivência. Aí é estudado para o crescimento, estudando o diâmetro, o crescimento em altura, e estudamos também a forma. Aí a gente passa para os estudos de madeira, qualidade de madeira. Você ter um material de qualidade para o processo industrial”. Esse tipo de avaliação envolveu ao todo 9.600 árvores diferentes, em quatro campos de teste.

De toda essa população, universidade e fazenda elegeram seis campeãs. Ou seja: seis árvores que tiveram o melhor desempenho e que foram registradas como cultivares de cedro-australiano.

“Ela tem uma forma espetacular. É uma árvore de oito anos, com diâmetro de 35 centímetros, excelente produtividade. Agora quando você identifica uma árvore campeã, qual é o próximo passo? O próximo passo é clonar essa árvore”, explica o biólogo.

A clonagem não é complicada: para reproduzir uma árvore campeã, basta colher brotinhos que nascem na base do tronco. Os brotos são plantados num viveiro e vão gerar mudas, que vão dar vários outros brotos, que também serão coletados e replantados. Assim, todas as mudas carregam a mesma genética do broto inicial:  são clones, que geram árvores idênticas.

Quem cuida da multiplicação é agrônoma Érica Vilela. “Partindo dos primeiros brotos coletados nós fomos reproduzindo esses brotos. De forma a chegar a cada canaleta em torno de 1.100 plantas.”

Com essa técnica de clonagem, a fazenda consegue produzir anualmente milhares de mudas clonais. Tratadas com cuidado, com um ano de vida, as plantas atingem esse porte e estão prontas para venda. O preço varia de R$ 3 a R$ 4 por unidade. Em 2015 foram 600 mil mudas vendidas. A previsão para 2016 é de 800 mil a um milhão.

A venda de mudas clonais começou na fazenda em 2014. E segundo Ricardo, 290 produtores já compraram o produto, em dez estados brasileiros.  É o caso de Ílvio Braz de Azevedo, que plantou 140 hectares de cedro-australiano no município de Conceição da Barra de Minas. Empresário, ele atua em vários setores da economia, e conta que está gostando do novo negócio. “A gente tem esse carinho como com animal de estimação. A gente quer ver ela crescendo, torcendo pra chover pra ela não passar sede.”

Na fazenda, o plantio das mudas é feito com ajuda de uma plantadeira manual. Ílvio lembra o cedro-australiano exige solos de qualidade, que não devem ser rasos ou pedregosos. “Já foi colocado adubo, foi molhado, para ela fixar bem no terreno.”

O cedro-australiano não é uma árvore rústica como o eucalipto. E para produzir bem exige uma série de cuidados. O primeiro ano de vida é a etapa mais delicada do desenvolvimento da planta.  Além de caprichar na adubação, os agricultores precisam evitar o crescimento de mato nas entrelinhas e devem usar produtos pra combater um inimigo bem conhecido: a saúva.

Benedito Staut já cultivava eucalipto e mogno africano e resolveu plantar 20 hectares de cedro-australiano, em Santo Antônio do Amparo, Minas Gerais. “Foi muito bom. Você está plantando para a tora e adaptação é de fácil manejo.”

Nos primeiros anos de crescimento, um cuidado importante é fazer a poda dos galhos inferiores, que podem criar nós na madeira.

Pelas contas da fazenda Bela Vista, considerando todos os gastos até o corte final da árvore, aos quinze anos, o cultivo exige um investimento médio de R$ 26 mil por hectare. Entretanto, o biólogo Eduardo lembra que ele não vai bem em todas as regiões do Brasil. “É necessário uma quantidade mínima de chuva para que se desenvolva bem, 1.300 mm por ano.”

Quando chega aos três anos de vida, o cedro-australiano precisa passar por um primeiro desbaste. O objetivo é cortar um quarto das árvores, para aumentar a entrada de luz, reduzir a competição e fazer uma primeira triagem. Com isso, o cultivo, que começou com 820 árvores por hectare vai ficar com cerca de 600. Nessa etapa, como as árvores são jovens, a madeira só pode ser vendida para lenha, o que gera em média, uns R$ 1 mil por hectare.

Quando chega aos oito anos de vida o cedro-australiano passa por um segundo desbaste. É uma operação de grande escala, que tem o objetivo de cortar metade das árvores de cada talhão. Os cedros retirados nessa etapa têm porte médio e rendem toras que podem ser aproveitadas em serrarias. Com isso, cada hectare que tinha 600 árvores, ficará apenas com 300.  As árvores que permanecem na área vão crescer bastante até os quinze anos de vida, quando ocorre o corte final.

Ricardo explica que muita gente prefere serrar a madeira na propriedade, ou em empresas de terceiros, para agregar valor ao produto. Além das pranchas, a fazenda também prepara peças próprias para forros. “Tem mercado tipo as moveleiras, as fábricas de esquadrias até para o uso estrutural, tipo indústria de caminhão baú. Levantando a peça você vê a leveza. Você não faz força nenhuma para levantar a madeira”. Nos últimos anos, a fazenda também passou a investir numa linha moderna peças para casa.

E será que esse cedro da Austrália é bom negócio para o agricultor? Nas contas da fazenda, cada hectare deve gerar 260 metros cúbicos de madeira – somando o debaste de oito anos e o corte final, aos quinze. Se essa produção for vendida como tora, pode trazer um lucro de cerca de R$ 70 mil por hectare. Isso já descontados os custos de produção. No caso da venda da madeira serrada, o lucro líquido subiria para uns R$ 240 mil por hectare.

Vale lembrar que isso são estimativas. Afinal, custo e preço costumam variar bastaste ao longo do tempo e de uma região para outra do país.

Ricardo lembra que o cedro-australiano também tem um apelo ambiental, que é positivo para o negócio. Afinal, a espécie gera uma grande quantidade de madeira, originária de cultivo – o que contribui para a preservação de florestas nativas. “Cada vez mais o cliente quer saber de onde vem a madeira do produto que ele consome. É importante a sustentabilidade, o respeito ao meio ambiente, o que vem a se tornar para gente também um diferencial de mercado.”

Fonte e vídeo da matéria: http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2016/04/conheca-o-cedro-australiano-cultivado-para-producao-de-madeira.html

 

O potencial da madeira revelado na obra de Paulo Alves

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8 de março de 2016

A infância no interior e o legado de Lina Bo Bardi, os fundamentos da marcenaria artesanal e a inspiração na arte concretista se misturam na obra de Paulo Alves, que completou recentemente 20 anos de carreira. A inventividade e maestria no trabalho com madeira são marcas do trabalho de Paulo Alves, que teve seu aparador Mogno reconhecido com o Prêmio Madeiras Alternativas no Salão Design 2016.

Antes de sua atuação como designer, Paulo trabalhou como arquiteto no escritório de Lina Bo Bardi e também no Instituto Bardi, integrando a primeira equipe de pesquisa a inventariar os arquivos da arquiteta, para produção do livro e da exposição sobre a mestra italiana logo após sua morte, na década de 1990. Essas experiências consolidaram a influência central que o trabalho e o pensamento de Lina desempenham sobre Paulo, que via nas reflexões dela sobre a cultura e o saber populares um vínculo direto com a infância que teve no interior, e uma possibilidade de resgatá-la em seu próprio trabalho. “Para mim, mais abrangente que o raciocínio construtivo é o desejo de revelar a essência e o potencial da madeira. Jogar luz sobre essa riqueza tão grande e mal explorada no Brasil”, frisa.

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As linhas retas, que marcam os primeiros tempos da produção de Paulo Alves, guardam referências da formação do arquiteto na Escola de Engenharia da USP de São Carlos e das primeiras impressões do designer quando foi morar na cidade de São Paulo. O aparador Mogno, reconhecido com o Prêmio Madeiras Alternativas, foi criado pensando na robustez da madeira e nos veios diferenciados. Para introduzir essa nova espécie o Paulo Alves procurou fazer um móvel com linhas leves. Quando visto de frente, os pés se sobrepõem, criando um efeito interessante e deixando o desenho ainda mais delgado.

Na parte superior, para mostrar a beleza dos desenhos da madeira manteve-se o máximo possível a espessura original. Quando olhamos os topos é possível ver os raios de crescimento. Uma concavidade foi feita no tampo para servir como suporte, uma fruteira, o que você quiser, além de revelar desenhos orgânicos e inesperados. Um móvel de grandes dimensões para valorizar toda a unicidade do mogno africano.

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Fonte:http://www.salaodesign.com.br/blog/o-potencial-da-madeira-revelado-na-obra-de-paulo-alves/

 

Pirapora sedia nova edição do seminário de mogno african!

A Fazenda Atlântica Agro promove, no próximo dia 2 de abril, a terceira edição do Seminário Brasileiro de Mogno Africano. O evento acontece na sede da fazenda em Pirapora (MG) e as inscrições já estão abertas (clique aqui).

Entre as novidades deste ano, o seminário terá uma casa decorada com diversas utilizações do mogno africano. Pela primeira vez também haverá um debate sobre o histórico de preço do mogno africano no mundo e possíveis destinos para os desbates.

“Será um evento bastante dinâmico com tudo o que o público precisa ver sobre o mogno africano: do plantio ao usos mais nobres”, ressaltou Ricardo Tavares, presidente do Grupo Montesanto Tavares e idealizador do projeto.

O seminário conta com o apoio da Associação Brasileira dos Produtores de Mogno Africano (Khaya ivorensis).

3° Seminário Brasileiro de Mogno Africano

02 de abril de 2016, Faz. Atlântica Agro, Pirapora, MG

08h00 – Credenciamento e Café da Manhã

09h00 – Abertura – Ricardo Tavares, Presidente da ABPMA e do Grupo Montesanto Tavares

09h15 – Como produzir uma madeira de qualidade, João Emilio Duarte – Eng. Agrônomo Brasil Terra

10h00 – Início do Circuito Mogno: Visita ao plantio de café com Mogno, Visita ao plantio de mogno K. Ivorensis, 7 anos de idade, Propagação da Cultura através das mudas, Visita ao Viveiro

12h30 – Almoço na Fazenda

13h30 – Abertura da Casa Sede para Visitação: Mostra da decoração da casa com diversas utilizações do mogno africano

14h00 – Debate: 1º Formação de Regionais da ABPMA 2º Histórico do preço do Mogno africano no mundo 3º Desbastes: Possíveis destinos 4º Temas livres

17h00 – Encerramento: Faça seu networking

Aparador Mogno é premiado!

 

 

 

 

 

 

O Aparador Mogno, desenhado e produzido pelo Designer Paulo Alves, ganhou o prêmio de Madeiras Alternativas na 20ª Edição do Salão Design.

 

 

 

 

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A Revista Casa e Jardim, da Globo, publicou uma matéria sobre o prêmio, leia a matéria aqui.

 

Fonte: http://www.salaodesign.com.br/

 

IPEF Notícias Nº 236 (novembro/dezembro de 2015)

O IPEF Notícias é uma publicação bimestral que divulga os resultados de pesquisas e projetos em andamento no IPEF, eventos na área florestal e notícias das instituições sócias e de interesse do setor florestal. Nesta edição estão em destaque as seguintes matérias:

 

– PROMAB amplia escopo de atuação na direção do manejo de bacias

– IPEF propõe a criação de um novo programa cooperativo para trabalho com tecnologias LiDAR

– Programa de Certificação realiza 15ª reunião geral em Curitiba

– Klabin inova ao inserir conceitos de manejo de microbacias em seu microplanejamento

– Reunião do Programa de Produtividade do Pinus é realizada em Santa Catarina

– Programa de Silvicultura e Manejo realiza 52ª reunião técnico-científica

– Programa de Melhoramento realiza curso de atualização

– TECHS realiza 9ª reunião técnica-administrativa e apresenta resultados da análise climática dos sítios

– Reunião do Fórum Florestal do sul da Bahia sobre água tem participação do PROMAB

– IPEF lança reimpressão do livro “Conservação e Cultivo de Solos para Plantações Florestais”

– Lwarcel mantém certificação ISO 9001 e ISO 14001

– Selecionados os participantes do Programa de Preparação de Gestores Florestais (PPGF 2016)

 

 

O endereço para consulta é http://www.ipef.br/publicacoes/ipefnoticias/

 

Acompanhando as mais modernas tendências da era da informação, o IPEF sempre procura novas formas de disseminar seus resultados em prol do setor florestal brasileiro e da sociedade como um todo. Alinhado a este pensamento, o IPEF Notícias passa agora a contar com seu próprio aplicativo para dispositivos móveis, o popular “app”, para as plataformas iOS (Apple) e Android (Google), levando seu conteúdo para tablets e smartphones. Baixe agora o aplicativo gratuito do IPEF Notícias na App Store, Android Market ou Google Play!

 

 

Para facilitar a exibição de arquivos PDF (Portable Document Files) em seu computador, aconselhamos “salvar” o documento no computador local antes de abri-lo.

Para isso, clique no link do arquivo PDF e escolha “Salvar como” (“Save As” – Microsoft Internet Explorer) ou “Salvar link como…” (“Save Link as…” – FireFox).

Para ler arquivos PDF é necessária a instalação do Adobe Acrobat Reader, que pode ser encontrado no endereço http://www.adobe.com.br

 

 

 

 

Estudos publicados sobre Mogno Africano

Apresentamos a todos dois estudos publicados no final do ano de 2015, pela Engenheira Florestal Andressa Ribeiro,  sobre Mogno Africano.

Abaixo segue os links para leitura dos arquivos:

Comparação do crescimento de três espécies de mogno no noroeste de Minas Gerais

Novos registros da incidência de cancro em árvores de mogno africano

 

Andressa Ribeiro – Ma. Engenharia Florestal 

Professora no Dep. Engenharia Florestal UFPI

Lattes:  http://lattes.cnpq.br/7547751010931437

 

Revista Eletrônica IDA / ARTRIO 2015

 

 

 

 

 

 

 

Já esta disponível a nossa revista eletrônica da IDA / ARTRIO 2015.
Acesse e aproveite: http://issuu.com/dayanedayse9/docs/abpma_na_ida

‪#‎MognoAfricano‬ ‪#‎Ida2015‬

mogno africano na ida

ABPMA NA IDA 2015

CONVITE ida CONVITE ida

ABPMA no ESTADO DE MINAS – Feira ArtRio | IDA

Jul 31 Estado de Minas_ABPMA

Holding Montesanto colhe a 2ª safra de ‘café com mogno’

Holding Montesanto colhe a 2ª safra de ‘café com mogno’

Sérgio Amzalak/Divulgação
Holding Montesanto colhe a 2ª safra de ‘café com mogno’
Para Ricardo Tavares, todos os produtores ganham com o plantio consorciado

“O agronegócio no Brasil vive um momento privilegiado”. A afirmação é do empresário Ricardo Tavares, ao revelar que a Holding Montesanto, fundada há 15 anos e hoje com 10 empresas, deverá encerrar 2015 com um faturamento de R$ 1,6 bilhão, crescimento de 40% em relação ao ano passado. Todos os empreendimentos têm a dedicada atenção do empresário, mas, ultimamente, o que ele tem gostado de falar mesmo é sobre o plantio de café consorciado com mogno africano. O objetivo é disseminar no Brasil a cultura do ‘café com mogno’, que, segundo ele, garante excelente rentabilidade. A segunda safra de café arábica sombreado pelo mogno já está sendo colhida. No total, o grupo conta com o plantio de 3.200 ha de café, distribuídos entre as cidades de Pirapora, Angelândia, Ninheira (MG) e Luis Eduardo Magalhaes (BA).

O momento econômico pelo qual passa o país é motivo de preocupação para a holding?

Apesar de estarmos instalados no Brasil, nosso foco é a exportação. Então, então não temos sentido este momento ruim da economia brasileira com a mesma intensidade que as empresas que operam apenas no Brasil.

Por que investir em café consorciado com mogno?

Em busca de um café de melhor qualidade, pude observar em minhas viagens pela América do Sul e Central, que os melhores cafés produzidos estavam em pés plantados à sombra de árvores nativas. Como os principais negócios de nosso grupo são ligados ao café e ao plantio de mogno, tive a ideia de consorciar os dois, obtendo, assim, um ótimo resultado em termos de qualidade do grão.

Já foram colhidas safras de café consorciado?

Já estamos na segunda safra de um café que foi uma agradável surpresa desde a primeira colheita. Obtivemos um café adocicado, de pontuação acima de 80 pontos e que foi inclusive premiado. A primeira colheita foram de 1.500 sacas, em 2014. Este ano, esse número será bem maior.

Qual a área plantada de mogno e quando será colhido?

Temos mogno plantado em todas as nossas fazendas. Alguns plantios são consorciados com café, mas a maior quantidade de hectares plantados é a floresta de mogno somente.

Temos hoje aproximadamente 1.000 hectares plantados e ainda não paramos de plantar.

A colheita começará daqui a aproximadamente 7 anos.

Já há demanda para o mogno?

A demanda para o mogno africano sempre existiu no mercado internacional e atualmente o abastecimento do mercado é feito principalmente pela África e Austrália. Além de já termos este mercado consolidado no exterior, por meio da Associação brasileira dos Produtores de Mogno Africano khaya ivorensis (ABPMA), da qual sou presidente, estamos divulgando nacionalmente os plantios de mogno existentes no Brasil e a beleza desta madeira. Dentro de 5 a 7 anos, nossos associados já estarão colocando esta madeira no mercado.

O investimento para a produção de café com mogno é alto?

O investimento não é alto, principalmente se levarmos em consideração o retorno financeiro que será obtido. Primeiramente com a qualidade do café sombreado e depois com a madeira a ser colhida. Existe o preparo do solo para o plantio de mogno, cujo valor varia de R$ 4,00 a R$ 5,00 por uma muda de qualidade, mais o investimento normal que se faz para plantar o café. O plantio que temos usado são três fileiras de café e uma de mogno (15 por 5), igual a 133 árvores por ha.

Qual a orientação para o produtor que queira seguir esse caminho?

Todos os produtores só têm a ganhar plantando o café consorciado com mogno. O café custeia o plantio do mogno, sendo que o mesmo trato que se dá ao café serve também para o mogno, e o mogno valoriza a terra onde foi plantado. O produtor tem que se informar mais, sair de sua zona de conforto e buscar melhor renda agregando valor ao seu café. Todas as fazendas do Grupo Montesanto Tavares estão abertas à visitação, principalmente a Atlântica Agro, em Pirapora, onde temos mognos de várias idades, viveiro e campo experimental.

Fonte: http://www.hojeemdia.com.br/noticias/for%C3%A7a-do-campo/holding-montesanto-colhe-a-2-safra-de-cafe-com-mogno-1.335926

Entrevista com Patricia Fonseca, no Workshop Internacional de Mogno Africano em SP

Durante Workshop Internacional de Mogno Africano realizado em Abril de 2015, em São Paulo, participaram produtores e pesquisadores de várias localidades do Brasil. O jornalista e produtor de Mogno Africano, Marcos Cícero, conversou com Patrícia Fonseca, diretora da ABPMA – Associação Brasileira dos Produtores de Mogno Africano da espécie Khaya Ivorensis, que fala da importância do fortalecimento entre a ABPMA e os produtores de mogno. “O Brasil caminha para ser o maior produtor de mogno africano do mundo”, diz a diretora executiva.

Quer saber mais? Assista a entrevista abaixo:

 

Palestra: Cédula de Produto Rural

mogno.biz

Mogno africano

Caderneta de poupança ou mogno africano?

Onde investir? Porque devo fazer dessa forma? Quais os riscos que corro?

Por: Vitor Pinheiro*
Vitor Pinheiro é diretor comercial do IBF

Vitor Pinheiro é diretor comercial do IBF

São perguntas frequentes quando estamos falando em investir o nosso capital, seja ele de que dimensão for. O mundo moderno oferece um sem fim de opções para investimento de capitais. Umas formas com retorno mais rápido, porém mais arriscadas, outras com retorno a longo prazo, normalmente com rentabilidade menor e com risco reduzido. Note, falei reduzido, não inexistente, pois todo o investimento, mesmo que na caderneta de poupança, apresenta riscos para os quais você deve estar atento, mas que falarei mais à frente.

Muitas vezes ouvimos que determinada pessoa investiu na bolsa e conseguiu ganhar muito dinheiro. De fato isso pode acontecer, mas há um risco muito elevado relacionado a este tipo de investimento. Além disso, é um sistema complexo em que o investidor deve estar completamente mergulhado nesse mundo para que perceba as tendências de mercado, as interprete e invista de forma a obter um bom rendimento. Muitas vezes corre mal.

A esmagadora maioria dos brasileiros aposta em soluções menos arriscadas, como a caderneta de poupança e outras opções similares que não apresentam tantos riscos e o rendimento parece aceitável. Mas só parece…

A poupança não tem apresentado nos últimos anos um desempenho muito bom, na verdade em 2013 não conseguiu acompanhar a inflação, que se posicionou em 5,91% enquanto o rendimento foi de 5,67%, e o mesmo irá acontecer este ano de 2015, onde se prevê um rendimento de 5,80% enquanto a inflação irá galgar os 8,34% até ao final do ano.

Frequentemente a inflação destrói uma grande parte do rendimento da poupança, uma vez que esta não é um produto sobre o qual haja incidência da mesma, não acompanhando o mercado.

Mas então, como é que eu posso investir o meu dinheiro de forma segura e com um excelente rendimento?

Floresta de mogno africano é a resposta para essa pergunta. A madeira de mogno africano é muito apreciada na Europa e nos Estados Unidos. Tem um excelente valor de mercado e a sua adaptação às condições climatéricas do Brasil é fantástica. Na verdade estamos na presença de um verdadeiro fenômeno de que permite que investidores conservadores tenham também a oportunidade de obter alto rendimento com risco mínimo.

Está havendo uma migração, por parte de investidores em outras culturas, para o mogno africano porque não existe nenhuma outra lavoura que tenha uma capacidade de retorno comparável. Frequentemente, atendo investidores que estão com as suas terras paradas ou então em alguma cultura de onde tiram rendimento para empatar com os custos e que estão avançando para a implementação de floresta de mogno africano, a fim de captar maior rentabilidade para as suas propriedades.

Mas eu não tenho terra? Como é que eu posso investir?

Hoje em dia há já projetos com soluções completas onde o investidor compra uma fazenda em condomínio, a assessoria de implementação, a implementação da floresta, a manutenção, a certificação da madeira, assessoria na venda da madeira para o mercado externo e ainda pode utilizar de toda a estrutura de lazer para levar a família para conhecer a floresta.

Mas eu não entendo nada de florestas, como eu posso entrar nesse segmento sem errar?

Buscando parcerias com empresas sólidas e que realmente estão focadas no segmento e buscando se atualizar a cada dia que passa. Hoje em dia existem empresas e profissionais extremamente capacitados, no Brasil, em condições de prestar uma excelente assistência ao nível técnico e até comercial ao investidor. É importante se aliar a uma empresa sólida, com conhecimento do produto e do mercado, que está atenta às inovações e que ativa no segmento, buscando novidades e fazendo questão de passar essas novidades para os seus clientes e parceiros.

Mas vamos às contas. Um investidor que tivesse depositado na poupança de R$ 300.000,00 no ano de 2003, hoje estaria com R$ 618.954,89. Parece razoável não é? Não, porque a inflação acumulada no período foi de 79,31%, então na verdade ele teria o equivalente a R$ 367.601,70. Já não está tão mais razoável, não é?

Em comparação, um investidor que em 2003 tivesse utilizado os mesmo R$ 300.000,00 para implementar cerca de 10 hectares de mogno africano, já iria ter colhido madeira referente aos 2 primeiros desbastes iniciais, e estaria colhendo o seu primeiro corte comercial, conseguindo com essa madeira hoje, no mínimo, R$ 430.000,00. Além disto, ainda teria o último corte comercial que aconteceria em 3 a 4 anos e que lhe traria uma renda de cerca de R$ 4.000.000,00. Mas há mercado para essa madeira?

Claro que sim. O mogno é uma marca que está vendida há séculos, desde a colonização quando era extraído das florestas nativas, e é muito apreciada no mercado europeu e norte americano. A sua facilidade de acabamento, aliada à durabilidade e beleza natural fazem com que esta madeira seja aplicada em mobiliário de primeira linha, pisos, embarcações, aviões executivos, acabamentos de automóveis de luxo, instrumentos musicais, etc.

A utilização de madeiras provenientes de fontes sustentáveis é cada vez mais uma exigência das grandes empresas de processamento de madeira na Europa e Estados Unidos, por isso há uma grande procura por este tipo de produto, em detrimento das madeiras provenientes da exploração de florestas nativas, bem como se torna importante obter cerificação da floresta desde o início da sua formação a fim de facilitar a sua comercialização no exterior.

Resumindo, o investimento de capitais em florestas é bom, e o investimento em floresta de mogno africano é ainda melhor. Uma madeira nobre, com ciclo de produção muito rápido, adaptação ao clima e solos brasileiros fantástica e sem incidência de doenças e pragas, fazem desta espécie a melhor opção de investimento rural.

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*Vitor Pinheiro (vitor.pinheiro@plantearvore.com.br)

Diretor Comercial do Instituto Brasileiro de Florestas (IBF), economista português, com mais de 12 anos de experiência na área comercial. Especialista em Economia Florestal, desenvolveu as melhores práticas para a rentabilidade de florestas comerciais de madeiras nobres. Possui grande experiência em comércio e relações internacionais, comanda os trabalhos de expansão do grupo no exterior, abrindo importantes mercados na Europa e nos Estados Unidos para o Mogno Africano produzido no Brasil. Criador do Projeto Brazilian Timber, que faz a gestão comercial, no mundo, de madeiras duras tropicais oriundas de florestas plantadas no Brasil. Incentiva o plantio de floresta de madeiras nobres como forma inteligente de investimento através de palestras, artigos e planos de viabilidade econômica. Co-criador do conjunto de normas do IMP – Internacional Mahogany Protocol, certificação internacional para a cadeia produtiva do Mogno. Especialista em Coach e relações interpessoais, certificado pela Dale Carnegie.

 

Poltrona Zanini_Na Mostra Black

Móveis na Mostra Black – Zanine de Zanine

 

 

Poltrona Espécieis_ Mogno Africano no Espaço Juliana Vasconcellos na MOSTRABLACK 2015 | Designer: Zanini de Zanine

Mostra Black, acontece dos dias 03 a 21/06 na OCA, em São Paulo. Para mais informações acesse:http://mostrablack.com.br/

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ABPMA na MOSTRA BLACK

ABPMA na MOSTRA BLACK

A ABPMA (Associação Brasileira dos Produtores de Mogno Africano) este ano participa da MOSTRA BLACK 2015, como Patrocinadora.

A Mostra acontece do 3 ao 21 de Junho, na OCA em São Paulo. Em nosso espaço, vamos expor peças inéditas dos artistas e Designers: Hugo França, Zanini de Zanine, Juliana Vasconcellos, Juliana Llussá , Tora Brasil (Associado da ABPMA) e Felipe Protti.

Esperamos que todos tenham a oportunidade de ir apreciar a feira e conhecer mais do trabalho da ABPMA.

ABPMA na MOSTRA BLACK

2º Workshop Internacional Mogno Africano

Participação da ABPMA no 2º Workshop Internacional Mogno Africano

2º Workshop Internacional Mogno Africano

No dia 29 de Abril, aconteceu o 2º Workshop Internacional de Mogno Africano em São Paulo, onde a Patricia Fonseca, Diretora Executiva da ABPMA, apresentou uma palestra institucional falando sobre a ABPMA. Mostrando nossos objetivos, ações e detalhes interessantes sobre a associação.

Mogno Africano_Fazenda Atlântica Agropecuária

Mogno Africano tem um grande potencial no Brasil – ITTO

O relatório de madeiras tropicais do ITTO - International Tropical Timber Organization, de Maio de 2015, fala sobre o mercado das Madeiras Tropicais e sobre o Mogno Africano no Brasil.


African mahogany has great potential in Brazil

 

The 2nd International Workshop on African mahogany was held in late April in São Paulo bringing together exhibitors, investors and producers. The event delivered new information and opportunities for business and dealt with topics such as silviculture, enduses and marketing. According to African Mahogani Australia (AMA), one of the largest private plantation managers of high value African Mahogany (Khaya senegalensis), Khaya senegalensis tolerates a variety of soil types and climate making it a feasible proposition in Brazil. Two other species, Khaya ivorensis and Khaya anthotheca were also said likely to adapt well areas in Brazil. According to the Brazilian Institute for Forestry Development (IBDF), African mahogany cultivation has several advantages including legislation that considers it an exotic species which means there are limited logging restrictions. And, says IBF, there will always be market for hardwood plantation species as values tend to rise due to restrictions of harvesting timber from natural forests. The African mahogany market already generates R$500 million per year in Brazil and according to AMA the market will expand in the future as China and European countries begin to favour plantation wood. Research is underway to determine which species are suitable for the climatic regions in Brazil. The Brazilian Association of African Mahogany Producers (ABPMA) presented statistics indicating an increase in the African mahogany plantation areas in Brazil.

 

O 2º Workshop Internacional sobre Mogno Africano foi realizada no final de abril, em São Paulo reunindo expositores, investidores e produtores. O evento entregues novas informações e oportunidades para negócios e tratou temas como silvicultura, enduses e marketing. De acordo com Africano Mahogani Austrália (AMA), um dos os maiores gestores de plantações particulares de alto valor Mogno africano (Khaya senegalensis), Khaya senegalensis tolera uma variedade de tipos de solo e clima tornando-se uma proposição viável no Brasil. Dois outros espécies, Khaya ivorensis e Khaya anthotheca foram também disse propensos a se adaptar áreas bem no Brasil. De acordo com o Instituto Brasileiro de Silvicultura Desenvolvimento (IBDF), o cultivo de mogno Africano tem várias vantagens, incluindo a legislação que considera uma espécie exótica que significa que há o registo limitado restrições. E, diz IBF, sempre haverá mercado para as espécies de plantações de madeira como valores tendem a subir devido a restrições de extração de madeira de florestas naturais. O mercado de Mogno Africano já gera R $ 500 milhões por ano no Brasil e de acordo com a AMA mercado irá expandir no futuro, como China e europeu os países começam a favorecer madeira plantação. A investigação está em andamento para determinar quais espécies são adequado para as regiões climáticas no Brasil. O brasileiro Associação dos Produtores de Mogno Africano (ABPMA) estatísticas apresentados indicando um aumento na Africano áreas de plantio de mogno no Brasil.